Tecnologia oxi-biodegradável

Os plásticos já se tornaram parte da vida diária. Suas infinitas utilizações e os produtos que foram desenvolvidos mudaram nossas vidas, mas criaram um problema muito maior: descarte. Os numerosos produtos usados diariamente (geralmente os teflon produtos descartáveis) somaram-se ao problema da poluição.desenvolvimento do TDPA® (aditivo plástico totalmente degradável) pode, com efeito, enfrentar a questão do descarte de plásticos, fornecendo aditivos aos fabricantes para criar produtos de plástico degradável e biodegradável.
A tecnologia oxi-biodegradável foi desenvolvida pela EPI usando aditivos TDPA® que, quando adicionados às resinas plásticas das mercadorias (PP, PE, OS) e seus co-polímeros, em várias áreas, cria produtos degradáveis, biodegradáveis e econômicos. Processados em máquinas de fabricação padrão, os plásticos que contêm TDPA® mantêm mesmo desempenho e as mesmas características dos produtos que os plásticos não degradáveis por um período controlado (duração) até que a degradação seja iniciada por um ou todos os fatores de desencadeamento - calor, luz solar ou aumento do desgaste mecânico. Os produtos plásticos à base de TDPA® irão degradar e finalmente biodegradar em curto espaço de tempo, sem deixar resíduos nocivos ao meio ambiente. Após a conclusão da biodegradação, somente restarão dióxido de carbono, água e biomassa, elementos esses que são parte do biociclo normal.
Exemplos de produtos fabricados com plástico Oxi-Biodegradável: sacos para lixo, luvas, sacolas de compras, sacolas para supermercados, farmácias e comércio em geral, copos, talheres, bandejas, envelopes, frascos, potes, tampas, filmes para agricultura etc.
A necessidade dos supermercados e lojas fornecerem sacolas e outros itens plásticos a seus clientes, permanece, mas a inércia deste setor é tanta que os empresários continuarão a fornecer sacolas de plástico convencional, a menos que os governos as proíbam ou proporcionem incentivos financeiros para uso da alternativa oxi-biodegradável, mais benéfica ao meio ambiente, como fez a Comunidade Européia e Brasil há alguns anos com a gasolina sem chumbo. A Irlanda introduziu um imposto sobre as sacolas plásticas de compras em março de 2002. Isto diminuiu significativamente número de sacolas em circulação, mas um número muito grande de sacolas de plástico convencional ainda está sendo fornecido em lojas e supermercados. governo Irlandês perdeu a oportunidade de encorajar ou exigir uma mudança para materiais oxi-biodegradáveis. No entanto, medidas foram tomadas por vários outros governos, em todo mundo, para encorajar uso de plásticos degradáveis.
Na Índia, a legislação prevê a certificação de biodegradabilidade por laboratórios aprovados por órgãos governamentais, e que uso de sacolas não biodegradáveis se torne um delito passível telha portuguesa de penalidade. Em 7 de janeiro de 2005, Malta decidiu pela incidência de alíquotas menores sobre sacolas feitas de plástico degradável, e Barbados cobra uma sobretaxa de 60% sobre importações de sacolas de plástico não degradável de fora da CARICOM, mas apenas 15% sobre sacolas de plástico oxi-biodegradável.
Nas Ilhas Maurício foi proibida a importação ou fabricação local de sacolas plásticas não degradáveis e a legislação especifica que apenas plástico oxi-biodegradável pode ser considerado degradável. Mais recentemente Estado de Mendonça, na Argentina, aprovou lei que proíbe a distribuição de sacolas plásticas de compras pelos supermercados e lojas daquele estado. As sacolas permitidas são de papel ou sacolas biodegradáveis.
Atualmente, no Brasil e no mundo, graute supermercados, redes de farmácias, comércio em geral, indústrias de cosméticos (entre elas a Natura e Boticário), bancos, condomínios, escolas, escritórios, shopping centers, indústrias, setores de vestuário, alimentício, entre tantos, utilizam embalagens oxi-biodegradáveis.
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